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Aluna de Jornalismo da USCS ganha prêmio da Associação Brasileira de Franchising

Por Ana Karolina Pezzo, Maria Izabel Rufino e Tatiane Caetano 

Estudante do sétimo semestre de Jornalismo da USCS, Flavia Kurotori recebeu, no dia 20 de abril, o prêmio de melhor reportagem de imprensa regional, concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), pela matéria “Na crise, número de franquias cresce 9%”, publicada em novembro pelo Diário do Grande ABC.

Flavia, que faz monitoria no Diário há cerca de um ano, escreveu a reportagem em parceria com o repórter Gabriel Russini e sob a supervisão da editora de economia, Soraia Abreu Pedrozo.

Gabriel Russini e Flavia Kurotori, autores da matéria premiada pela ABF (Foto: Claudinei Plaza)

A dupla concorreu com mais de 130 reportagens inscritas nas cinco subcategorias previstas no concurso da ABF. Além de certificados, Flavia e Gabriel dividiram um prêmio em dinheiro no valor de R$ 5.000.

Flávia Kurotori, da USCS, e Gabriel Russini dividiram prêmio de R$ 5 mil (Foto: acervo pessoal)

A estudante da USCS Flavia Kurotori (à esquerda), Soraia Abreu Pedrozo e Gabriel Russini (Foto: Claudinei Plaza)

 

Veja entrevista com a estudante:

Como é, para você, já atuar em um veículo de comunicação enquanto estudante?
Eu considero muito importante porque, mesmo que na sala de aula a gente aprenda toda a parte teórica, é na prática que a gente realmente aprende como são as coisas de verdade. Além disso, atuar no mercado faz com que o aluno saiba quais são as reais exigências e o que ele pode (e deve) melhorar. Outra coisa que foi muito legal é que o aluno aprende coisas que pode levar para a faculdade. No meu caso, meu texto mudou (para melhor) desde quando comecei no Diário e isso me ajudou nas atividades e provas.

Você sempre quis fazer Jornalismo?
Eu já quis ser professora e, até os 10 anos, queria ser estilista, mas acho que era coisa de criança mesmo. Depois de sair da fase de trabalhar com moda, sempre pensei no Jornalismo.

Você sempre teve interesse pela área de economia? Como surgiu o interesse?
Na verdade, não. Dentre as editorias do jornal, não era minha primeira opção, mas também não era a última. Mas hoje, gosto muito da área e até penso em me especializar no assunto no futuro. Porém, é uma área complicada, cheia de detalhes, e se eu não tivesse contato com o apoio da editora, a Soraia, acho que tudo seria diferente porque ela nunca deixou de me ajudar e tirar todas as minhas dúvidas sobre diversos temas.

Como é a experiência de trabalhar numa mídia impressa, sendo que hoje em dia é cada vez mais comum os profissionais escolherem as mídias digitais?
Particularmente, sempre que pensava em Jornalismo, pensava em mídia impressa. Sinceramente, eu já tinha desistido de trabalhar em um jornal quando tive a oportunidade de ir para o Diário; então mesmo que eu não trabalhe na área no futuro, já fiz pelo menos um pouco do que eu mais queria como jornalista: trabalhar em uma mídia impressa. É muito legal porque posso presenciar todas as etapas do ‘fazer notícia’ tradicional, o que eu talvez não teria oportunidade em um veículo digital. Ainda que a mídia impressa sofra com algumas coisas, como limitação de espaço e validade das pautas, acredito que sempre terão pessoas que preferem ler o jornal a ler notícias pela internet, assim como no caso dos livros, dá certo prazer segurar o jornal físico.

Quais seus planos profissionais?
Ainda não tenho certeza, mas penso em fazer uma especialização na área. Em relação ao trabalho, tudo depende das oportunidades do mercado, pois é uma área muito concorrida, mas gostaria de continuar na imprensa, em jornais, revistas ou emissoras, por exemplo.

Já pensa no que fazer com o prêmio?
Ainda estou pensando, mas por enquanto, está guardado.